segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Textual description of firstImageUrl

Trocou de sexo, e perdeu pensão por ser filha de militar


Trocou de sexo, e perdeu pensão 


Uma lei beneficia filhas de militar, ela viveu 36 anos com nome feminino em seu registro, por isso conseguiu por mais de 18 anos resgatar seu beneficio mensalmente, porém uma mudança de sexo fez ela perder tal direito, pois ela começou a se declarar como sendo homem.


Ela se chamava Tânia e de acordo com a lei, apenas filhas mulheres tem o direito de receber uma pensão vitalicia, e os filhos homens recebem até 21 anos ou 24 se o mesmo faz faculdade.

Depois de 36 anos Tânia decidiu retirar seus seios e o seu útero, depois para afirmar sua decisão recorreu a um cartório e pediu para trocar de nome, a partir daquele momento Tânia deixou de ser mulher e passou a ser Luiz Claudio.

Bandeira LGBT


Porem, o que o filho transgênero não esperava aconteceu,  a Marinha decidiu passar por uma renovação e fez um pente fino em seus beneficiários, e sendo assim, o agora Luiz Cláudio retornou para fazer o recadastramento periódico, foi quando constataram que, o nome social e o sexo do beneficiário havia sido alterado.

Com 54 anos de idade, Luiz Claudio já não mais se encaixava no perfil de beneficiários vitalicio, uma vez que esse beneficio abrange apenas filhos do sexo feminino.

Diante do ocorrido, o herdeiro recorreu contra a decisão do Serviço de Inativos e Pensionistas da Marinha (SIPM), justificando que apesar de ter se submetido a cirurgia de retirada de seios e úteros, ainda não conseguiu passar pela redesignação sexual, um procedimento cirúrgico que modifica as genitálias femininas em masculina!



Com esta justificativa, Luiz Cláudio, afirmou que biologicamente ele ainda é uma mulher, uma vez que ainda o mesmo possui o órgão feminino, fazendo assim dele um beneficiário da pensão.

Porém o juiz Frederico Montedonio Rego, da 7ª Vara do Rio de Janeiro, não acatou tal argumento. O juiz alegou que "...reconhecer titular do beneficio seria vincula-lo ao sexo feminino, algo que há anos vem oprimindo o rapaz"

Portanto, segundo o magistrado, para reconhecer a "orientação sexual" que há anos muitos reivindicam, o mesmo decidiu cancelar o benefício, pois o ex beneficiário agora é do sexo masculino, o que pela lei, não é coberto com tal beneficio.  

Pessoal deixem seus comentários aqui no blog, pois isso ajuda muito em nossa divulgação, e sintam-se á vontade para curtir nossa pagina do FacebookBlog do Sidnei Paiva-Politica e Sociedade! E assinem nossa Newsletter, e receba nossas matérias por e-mail, pois temos conteúdos relevantes constantemente.  






Nenhum comentário:

Postar um comentário

Receba Nossas Matérias Por E-MAIL!

Informe o seu e-mail:

Delivered by FeedBurner

Curta Nossa Pagina no Facebook